Francisco Maia & Associados
   

Imóveis nos shoppings

Tendo como motivador uma imposição legal, notadamente a promulgação na cidade de São Paulo da Lei Municipal 14.517, que torna “proibida, nas vias e logradouros públicos, a distribuição de folhetos, panfletos ou qualquer tipo de material impresso veiculando mensagens publicitárias, entregues manualmente, lançados de veículos, aeronaves ou edificações ou oferecidos em mostruários”, empresas e comerciantes que atuam na cidade buscam formas novas e criativas para apresentarem suas ofertas de negócios para seus possíveis clientes, o que se refletiu no mercado imobiliário, cujo quadro é acentuado pelo aquecimento do setor nos últimos tempos.

Uma das maneiras encontradas por algumas construtoras e imobiliárias é a abertura de novas lojas ou de pontos de vendas, conhecidos como “quiosques”, em shoppings centers, é especialmente aquelas com grande presença na mídia em geral, os imóveis ofertados variam entre os econômicos e os de alto nível, consequentemente, as ofertas de imóveis podem ser encontradas desde em shoppings populares até em símbolos do luxo no consumo.

Enquanto imobiliárias voltadas ao público de maior renda negociam imóveis em um shopping no ostentativo Villa Daslu, aquelas direcionadas aos segmentos de renda mais baixa buscam comercializar, prioritariamente, apartamentos abaixo da faixa dos R$ 100 mil em shoppings como o Metrô Itaquera, numa experiência que se irradia para outras cidades do país, inclusive em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

As vantagens de uma loja em um shopping center para vendas no setor podem ser inúmeras, primeiramente, os clientes não precisam sair de suas casa com a intenção exclusiva de comprar, ou estudar a compra, de uma casa ou apartamento, cujo interesse pode surgir em meio a uma compra distinta, um almoço, um cinema ou um simples passeio. Outra comodidade é que as lojas ficam disponíveis por mais tempo, já que os shoppings ficam abertos diariamente, inclusive em feriados, em horários distintos do comercial, além disso, estandes de atendimento nesses locais são convidativos, independente das condições climáticas, diferentemente de plantões de venda em áreas abertas.

As médias de visitas aos pontos de vendas das imobiliárias variam de acordo com os shopping e público-alvo de cada empresa, sendo que uma construtora carioca registrou cerca de 700 abordagens diárias, número muito maior do que em uma loja de modelo convencional, fazendo com que marketing e possibilidades geradas superem em muito na relação custo-benefício a maior parte das propagandas e iniciativas conhecidas. Quando a empresa alia de forma positiva seus consumidores aos frequentadores do shopping, este quadro se desenvolve de forma muito positiva.

Esta iniciativa revela, sobretudo, uma tendência adotada por empresas com boa visão de mercado, facilitar cada vez mais a vida do consumidor e proporcionar todas as condições para que ele possa fazer um bom negócio é sinal de gerência moderna e atenciosa para com sua clientela.

 

 

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